A minha almofada tem rádio é, além de um programa de rádio, um audioblog e, como tal, dispõe de um mp3 player incorporado.
Se clicar no play de qualquer das músicas disponíveis nos posts, o Yahoo Media Player é lançado e pode ouvir todos os ficheiros do blog, por ordem cronológica, ou escolher especificamente o que ouvir através da playlist. Enjoy!

A Minha Almofada Tem Rádio - Podcast

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Discos almofadados

. quarta-feira, 29 de outubro de 2008
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Michael Zapruder tornou-se notado quando integrou a banda de Patty Spiglanin, os Naked Barbies, que lançou três discos nos anos 90: Dancing with Vacuums [1994], Tarnished [1996]e Living Independently [1998], antes de mudarem nome e conceito para Vagabond Lovers, lançando o albúm When I Was You, em 2000. Nessa altura, Zapruder embarcou num projecto a solo, compondo, gravando e colocando na Internet uma música por semana durante todo o ano de 1999 (http://www.52songs.org).

Em 2002 Zapruder lança o seu albúm de estreia a solo This Is a Beautiful Town.
Dragon Chinese Cocktail Horoscope, é o seu novo disco, o terceiro da carreira.
Em Ad's for Feelings, Zapruder combina uma espécie de humor negro com uma onda free-jazzy luxuriante.

Michael Zapruder Ad's For Feelings


Estas sessões são valiosas pela majestosa colaboração de Coleman Hawkins.
A sua forma de tocar é, por vezes, brilhante e as intersecções entre a guitarra de Kenny Burrell e o tenor sax de Hawkins são os momentos chave do disco. A secção rítmica, com o pianista Tommy Flanagan, o baixista Major Holley e o baterista Eddie Locke, proporciona um suporte sublime.

Kenny Burrell with Coleman Hawkins It's Getting Dark


Não será exagero chamar a este disco o mais ambicioso albúm folk de sempre.
É louco - uma banda de 11 elementos, com uma forte atracção pela aventura, pelos aspectos mais selvagens de Tom Waits, com um ligeiro sabor circense (o disco não se chama Burlesque por acaso). Alguns temas são de uma delicadeza barroca como o fantástico "Across the Line" que enfatiza uma bela melodia de Milton Nascimento(!).

Bellowhead London Town
Bellowhead Across The Line

Pelos riscos que corre será, provavelmente, um disco mais admirado do que amado, mas é um bom ponto de partida para novas direcções do folk.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Rádio Zero - Nova Grelha de Programas

. segunda-feira, 27 de outubro de 2008
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Antes das coisas estão os conceitos.

Que é como quem diz que, antes do bolo estar feito, é preciso alguém que saiba ler a receita e cozinhar.
Não vale a pena misturarmos açúcar, ovos e farinha se não soubermos em que altura o devemos fazer, e em que quantidades.
Queremos um bolo consistente e não demasiado doce. E cuidado, para que não se queime!
A verdade é que tudo se encaixa à nossa volta. Não há movimento aleatório que não transporte consigo um pedaço demasiado grande de caos.
A realidade é um puzzle que tem de ser montado de acordo com a imagem da caixa, senão vão sobrar peças. O que tem piada é saber que as peças vão mudando com os tempos e que o que é perfeito hoje pode não fazer sentido amanhã.
Que hoje apetece-me um pastel de nata, e amanhã um bolo de chocolate.

A grelha de programação da Zero mudou, mas nem por isso está menos agradável, pelo que pode (e deve!) ser consumida a qualquer hora do dia.

Ouvir a Rádio Zero http://www.radiozero.pt/ouvir

Estreias:

A 12ª Província [3ª, 20:30-21:00; rep. dom, 14:30-15:00]
(Alexandre Gil)
Retratos sonoros de ser português fora de Portugal.

Bit Sounds [3ª, 18:00-19:00; rep. sáb, 6:00-7:00]
(Zito)
Uma construção de ambientes mentais através de uma delicada escolha musical.

Capitais da Groovalização [dom, 19:00-20:00, rep. 3ª, 10:00-11:00]
(Toni Monzó)
Através das grandes urbes do planeta, na sua diversidade social, económica, étnica e cultural.

Crossroads [dom, 17:00-18:00; rep. 6ª, 9:00-10:00]
(Tiago Gaspar)
Blues, a música do Diabo.

Framework [5ª, 19:00-20:00; rep. 4ª, 1:00-2:00]
(Patrick McGinley)
Gravações de campo. Actividade sonora contextual e descontextualizada.

Memorabilia [2º sáb mês, 21:00-22:00; rep. 5ª seguinte, 1:00-2:00]
(Ricardo Amaral)
Com cortes e colagens de diversas fontes, Memorabilia apresenta documentários sobre diversas figuras.

Mood Swing [6ª, 17:00-18:00; rep. dom, 1:00-2:00]
(Rosário Crujo)
O outro lado do rock, com Rosário Crujo.

Prego no Prato [quinzenal, 5ª, 22:00-24:00; rep. dom seguinte, 6:00-8:00]
(Diogo Ferreira, João Pereira)
Pelos caminhos do electro, techno e trance. Como se não houvesse amanhã!

Rádio Etiópia [sáb, 17:00-18:00; dom, 2:00-3:00]
(Tony Justerini, Anatoly Brooks)
Eles são os fundadores da Igreja Nacional do Reino do Senhor. A internet é uma invenção do Demo, façamos dela a voz do Senhor.

Registos Sonoros [5ª, 15:00-16:00; dom, 1:00-2:00]
(Tiago Crispim)
Sons recentes e diferentes, destacados por Tiago Crispim.

Station to Station [dom, 22:00-23:00; rep. 5ª, 16:00-17:00]
(Ana Ribeiro)
À volta de um tema em cada semana, serve-se música.

Texto retirado da newsletter da Rádio Zero "Telex", edição de 20 Outubro


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domingo, 26 de outubro de 2008

Almofada # 26 - 26 Outubro 2008

. domingo, 26 de outubro de 2008
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Ouça o programa
Almofada #26


Vá lá!...Acorda!

Este Domingo mudamos a fronha à almofada e deixamo-nos dormir mais uma hora!


A segunda série de “A minha almofada tem rádio” tem novo indicativo, novos separadores e este blog com imagem e conteúdos renovados.

De resto, mantém a filosofia de sempre: música bem disposta, humor corrosivo, língua afiada e preguiça dominical.

Alinhamento:

Steve Goodman Take me out to the ball game
Freedom Dub Sympathy for the devil
"Histórias de Museu"
Ingrid Michaelson Be Ok
Lily Frost Lover comeback to me
"O Bicho Carpinteiro"
Chick Corea & Bobby McFerrin Even from me
"Coincidências"
John Coltrane I Love You
"Personagem"
Eletrobossa Madrugada
"Decisões necessárias"
Smashing Pumpkins Tonite reprise
Ryan Adams Wonderwall
"A Fuga"
Old Crow Medicine Show Tell It To Me
Old Crow Medicine Show Mary's Kitchen
"Um Descanso"
BB King Let the good times roll
Madita Because




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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

. sexta-feira, 24 de outubro de 2008
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A cantora canadiana Lilly Frost presta homenagem à época de ouro do swing.
Gravado ao vivo, acompanhada pelos Swinging Dukes, uma banda de swing, o albúm Lily Swings (2008) dá uma nova vida a algumas canções menos conhecidas de Billy Holiday.
A voz doce e melódica de Lilly e os arranjos de banjo, sax tenor, clarinete e trompete evocam a atmosfera confortável e trendy do swing.

Lily Frost - Lover Come Back To Me
Lily Frost - Willow Weep For Me

Desde nostálgicas baladas de jazz às canções swingadas, este é um disco para ouvir na almofada.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Clássicos da TV - Humor

. quinta-feira, 23 de outubro de 2008
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Hoje deu-me para a nostalgia...
A propósito dum quiproquo profissional, lembrei-me dos velhos dos Marretas!
A partir daí, passei uma hora divertida a ver estes velhos clips de séries míticas.
Enjoy...

The Muppet Show


The Benny Hill Show


Mr. Bean


Monty Phyton's Flying Circus


Allo Allo


Jerry Seinfeld


Herman José - Lauro Dérmio "Não pirilamparás a mulher do próximo"

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Electric Willow comentam novo albúm na almofada

. terça-feira, 21 de outubro de 2008
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"Mood Swing" chegou, sorrateiramente, ao mercado, nos últimos dias de 2006.
Era a estreia em disco dos Electric Willow, um trio em que o ex-Caffeine Cláudio Mateus (voz, guitarra) se faz acompanhar por Abílio Sousa (baixo) e Pedro Geraldo (bateria).
O seu segundo trabalho, "Nothing's Ever Good Enough", tem levado o nome do grupo mais longe, acordando alguns ouvidos mais distraídos.
Aqui ficam os comentários do próprio Cláudio Mateus às nove faixas que compõem o disco.



To Get Across
Escolhemos esta canção para abrir, porque acerta com o tom e sonoridade que discorrem pelo disco. De alguma maneira, dá o mote do álbum ao resumir um certo olhar que perpassa pela lírica das canções que o compõe. O nosso amigo Filipe Miranda (The Partisan Seed) diz que este tema tem a melhor linha de guitarra do disco.

Bad Temper's Slave
É a canção possível para alguém com mau feitio e consciente do efeito terrível que esse mau feitio tem sobre si e sobre os que mais ama... um drama. Há quem chame a este tipo de canções exercícios de auto-comiseração ou canção do bandido, mas este terreno sempre foi frutífero para o fazedor de canções. É a canção mais acústica do disco. Gostámos muito do resultado dos sopros e das cordas que, pelo efeito criado, elevam a canção e a salvam da simples lamechice.

Cease The Falling
Gostamos do som desbragado das guitarras. O José Arantes (que co-produziu o disco comigo) conseguiu captar bem a essência das canções, sacando as sonoridades mais adequadas. Esta forma de esfarrapar acordes é o que melhor sabemos fazer. E não assentam nada mal em rockeiros de trinta e tal anos que teimam em encalhar nas mesmas dúvidas existenciais de um puto de dezoito. Este é um hino às quedas possíveis, onde somos convidados a concluir que a queda mais significativa e destrutiva com que um homem se pode deparar é a queda de cabelo, por ser a única irreversível...

Goat
A lírica encerra a ideia da necessidade que por vezes sentimos de nos distanciar de nós próprios para melhor nos conseguirmos vislumbrar e tentar perceber. Exercício difícil para alguém de apetites frugais e que ama a coisa terrena. Aqui, é, uma vez mais, a voz que vem para a frente e assume o comando.

Joy Is Brief
Esta é uma canção em que nunca acreditámos muito, mas, quando a começámos a gravar, ela foi-se revelando mais consistente e o resultado final acabou por nos surpreender. Um dos momentos mais curtidos das gravações foi quando registámos o coro final desta canção em que juntámos todo o pessoal amigo que apareceu pelo estúdio nessa noite e nos pusemos a cantar "nanananana" até doer.

Love Of The Lonely Kind
Esta canção procura falar de uma solidão que é a de cada um e que qualquer amor não pode confortar. A solidão aparece como único conforto de si própria. Ouvi dizer que soa muito a Lou Reed. Bem sabemos que o pop/rock sempre teve e terá um carácter mimético, mas às vezes dá ideia de que um gajo anda para aqui apenas a macaquear os outros. É óbvio que não me aborrece nada que falem no Lou Reed, antes pelo contrário. O ideal seria que tais comparações nos desse maior visibilidade, o que duvido, porque Lou Reed por Lou Reed, todos preferimos o original. A questão está em saber o que há, se o houver, para além das referências, e assim estas ganham mais sentido.

Moonsun Girl
Depois de um começo e desenvolvimento muito simples e despojado (assente no trio de guitarra, baixo e bateria), remata com aquele despique final, entre várias guitarras e os sopros, que é talvez, do ponto de vista instrumental, uma das partes mais intensas do disco. Ainda não percebi exactamente o queria dizer ao escrever esta letra.

Palm's Lane Lullabye
Esta canção é daquelas que saem de um jorro quando pegas na guitarra – é uma sensação muito fixe quando uma canção que te satisfaz aparece assim de forma tão simples e gratuita. Simples nasceu e simples a gravámos. Uma canção assim pede a letra mais intimista que lhe podes dar e foi o que tentei fazer...

Spark
É talvez a canção mais rock do disco. É uma das duas canções que contêm o verso que dá título ao álbum. O verso "nothing's ever good enough", que, à partida, pode remeter-nos para aquela tristeza que decorre de um estado de impotência, desencanto e desilusão, ganha aqui um sentido diferente, mais luminoso e positivo, quem sabe inspirador de qualquer força anímica para encararmos os nossos dias. Este paradoxo começa na capa e perpassa todo o disco onde as canções vão derivando por sentimentos ou estados de espírito opostos como sejam a solidão, a perda, o desespero, a saudade, o amor, o desejo, a confiança, a esperança ou a alegria mais fugaz.

Um abraço a toda a banda e muito obrigado ao Cláudio Mateus pela disponibilidade demonstrada.

Publicado por João Sobral em acisumblog.blogspot.com

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Novo indicativo e separadores da almofada em ante-estreia



No próximo Domingo 26, estreia a 2ª série de "A minha almofada tem rádio".
Aqui fica, em ante-estreia, o novo indicativo do programa e alguns dos separadores que passaremos a utilizar.

Indicativo 2a série

Separador edredon com pilhas

Separador escova com pasta

Separador tapete com caspa

Separador almofada tem radio abba

Separador almofada tem radio e a tua


(Voz de Calamity Jane)

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Alla Polacca - We're Metal and Fire in the Pliers of Time

. segunda-feira, 20 de outubro de 2008
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A associação do tempo à música teve sempre por base dois aspectos antagónicos, o do envelhecimento e perda de criatividade na composição musical e o do amadurecimento e aperfeiçoamento da capacidade para compor de forma criativa.
Felizmente para os Alla Polacca, e ao fim de quase uma década de existência, eles enquadram-se no aspecto mais positivo. Ou seja, tempo significou um percurso de aperfeiçoamento e o atingir de uma consistência sonora.
Algo bem patente neste seu primeiro álbum, editado sem recurso a qualquer tipo de colaborações e exclusivamente seu: We're Metal And Fire In The Pliers Of Time.
Fazendo uma retrospectiva situacionista e poderemos verificar que, ao longo da sua carreira, os Alla Polacca sofreram várias alterações no seu alinhamento e, também, que essas mudanças tiveram sempre impacto directo na sua musicalidade.
Basta ouvir as três edições anteriores para se perceber isso, com os registos sonoros a variarem entre o ambientalismo, a melancolia e algumas explosões rock no limiar do psicadélico.
As entradas e saídas de membros traziam, para o seio da banda, uma certa indefinição criativa. Mas apesar das oscilações a essência/conceito base estava sempre presente e era quem mantinha o equilíbrio e apontava a direcção correcta.
E, apesar de alguns desvios, os Alla Polacca conseguiram encontrar o rumo certo e fazer com que as suas canções soassem àquilo a que eles se propuseram: rock ambiental e experimental com uma forte carga emocional que balança algures entre as sensações primaveris e outonais.
Aquilo que agora nos apresentam, com We're Metal And Fire In The Pliers Of Time, é uma peça musical elaborada e criada com base na naturalidade. E esta naturalidade suporta-se numa gestão simples e bem conseguida entre a sua criatividade de sempre (a tal associada ao rock ambiental e experimental) e uma nova faceta, o de serem espontâneos e não se inibindo de explorar novas sonoridades mesmo que isso, por vezes, os leve aos limites do absurdo, como sucede em They´ll Do Without Us.
No entanto uma absurdidade que soa a ingenuidade (para não dizer infantilidade) e que acaba por nos transportar para os estranhos mundos imaginários que existem dentro de nós. Algo igualmente latente em The Cold (Doubt) ou na beleza surpreendente de Last Day. As mudanças são significativas e parecem aproximar-se mais de universos habitualmente equiparados aos dos Sonic Youth. Kings Of Winter e The Lie (Conspiracy and Anticipation) são um bom exemplo, primando pela exploração do experimentalismo em sintonia com a típica estrutura base da canção rock de contornos mais alternativos.
Os Alla Polacca soltaram-se e fazem com que as canções deste We're Metal And Fire In The Pliers Of Time soem a sinceridade. Nada é forçado ou manipulado.
Tudo nasceu da cumplicidade entre um grupo de músicos que, quando juntos, soltam o melhor de si sem qualquer tipo de pudor. E quando assim é o resultado final só pode ser consistente e agradavelmente criativo. Tudo o que se espera da música.

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sábado, 18 de outubro de 2008

Almofada # 25 - 19 Outubro 2008

. sábado, 18 de outubro de 2008
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Ouça o programa
Almofada #25

A A.M.O.R. (Associação Mundial de Ouvintes de Rádio) informa: ouvir rádio pode provocar alterações de humor, psicose paranóica e confusão mental!...
A solução para este problema que afecta já milhões de pessoas em todo o mundo, passa por uma terapia, desenvolvida em laboratórios ultra-secretos, algures no IST em Lisboa.
Segundo esta reputada organização, esta terapia consiste na audição de um programa emitido pela rádio online do IST, com a cabeça deitada numa almofada confortável. Ao que consta, este tratamento resulta numa dilatação auditiva e numa expansão mental notáveis.
O programa em questão passa na Zero http://www.radiozero.pt/ aos Domingos pelas 10 da manhã e pode ser complementado no blog da almofada.
A minha almofada tem rádio: se não os consegues convencer, confunde-os!

Alinhamento:

Skalibans Through my window
Mysti Mayhem Come back around
T-Ka Flyin
"Paus de Cabeleira"
Cool Hipnoise Ela era o meu estilo
Rosalia de Souza Rio de Janeiro
"Lost in cynicism"
Yes Time and a word
Taj Mahal Lovin' in my baby's eyes
"Uma partida no campo"
Sylvie Lewis What became of us
"La vida loca"
Electric Willow Bad temper's slave (part 2)
"O coca-bichinhos"
Cat Power Aretha, sing one for me
"À espera do brasileiro que diga isto..."
Rita Redshoes Blue bird on a sunny day
"A carne é fraca"
Princeton The waves
Radiohead Fake plastic trees
Missy Higgins Sugarcene (live radio broadcast)

Programa disponível em podcast AQUI

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Rádio Zero nova grelha

A partir de segunda-feira, dia 20, a Rádio Zero http://www.radiozero.pt/ estreia uma nova grelha de programas.
No que diz respeito à 2ª série da almofada, estreia Domingo 26 com uma ligeira alteração de horário, passando a ser emitada em directo às 11h e com repetição Terças às 9h.

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